EXAMES CONSTRASTADOS: ACESSóRIO PARA FACILITAR SUA EXECUçãO.

João Pedro de Oliveira Costa
Orientador(a): José Eduardo dos Reis Felix
RESUMO

A limitação técnica imposta pelas mesas radiológicas convencionais fixas em serviços de imagem que não dispõem de equipamentos motorizados compromete a realização adequada de exames contrastados que exigem inclinação nos sentidos cefálico e caudal. Diante dessa realidade, o presente trabalho teve como objetivo desenvolver o projeto de um acessório de inclinação radiotransparente para mesas radiológicas convencionais, voltado a serviços sem mesa motorizada, para uso em procedimentos como o Enema Opaco, a Urografia Excretora, o Trânsito Esofagogastroduodenal, o Esofagograma, a Histerossalpingografia, a Uretrocistografia e a Fistulografia. A pesquisa caracterizou-se como qualitativa, aplicada e exploratório-experimental, com coleta de dados realizada por meio de observação direta em serviço de radiologia, medições físicas de mesas radiológicas reais e consulta exploratória a sites de clínicas de imagem do município de Uberaba, Minas Gerais, complementada por revisão bibliográfica em obras de referência da área. O acessório foi projetado em madeira, material radiotransparente de baixo custo e fácil usinagem, com mecanismo de inclinação baseado em redutor mecânico que permite ajuste preciso na faixa de 15 a 45, apoios laterais de segurança e estrutura de acoplamento externo compatível com mesas convencionais. O projeto demonstrou ser tecnicamente viável e alinhado às diretrizes da Portaria MS n 453/1998 e da NR-32, representando uma solução acessível para serviços de menor porte. Recomenda-se a construção de protótipo físico para validação em ambiente clínico real como desdobramento futuro do trabalho.

Palavras-chave: acessório de inclinação; mesa radiológica; exames contrastados; radiotransparência; técnico em radiologia.

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INTRODUCAO

A descoberta dos raios X por Wilhelm Conrad Röntgen, em 1895, inaugurou uma nova era na medicina, tornando possível pela primeira vez a visualização de estruturas internas do corpo humano sem procedimentos invasivos. Desse marco histórico emergiu a radiologia, ciência dedicada à obtenção de imagens diagnósticas por meio de radiações ionizantes, que se consolidou ao longo do século XX como especialidade fundamental na assistência à saúde. Hoje, a radiologia diagnóstica ocupa papel central no cuidado ao paciente, fornecendo subsídios imagiológicos indispensáveis ao diagnóstico e ao acompanhamento clínico de diversas patologias. Dentro desse campo, os exames contrastados, como o Enema Opaco, a Urografia Excretora, o TEGD

  • Trânsito Esofagogastroduodenal, o Esofagograma, a HSG -Histerossalpingografia, a Uretrocistografia e a Fistulografia, exigem, em diferentes etapas de sua realização, a inclinação da mesa radiológica nos sentidos cefálico ou caudal, em ângulos que variam entre 15 e 45, favorecendo a distribuição gravitacional do contraste e a qualidade diagnóstica das imagens (BONTRAGER, 2015; AMARAL; MELLO, 2021).

Em serviços com infraestrutura mais avançada, mesas motorizadas permitem realizar essas inclinações com precisão e segurança. Contudo, grande parte dos serviços de imagem no Brasil opera com mesas convencionais fixas, sem mecanismo de inclinação, o que impõe limitações técnicas à execução adequada desses procedimentos (RADIOLOGIA BRASILEIRA, 2005; PAULA, 2020).

Diante dessa lacuna, o presente trabalho tem como objetivo apresentar o projeto de um acessório de inclinação radiotransparente para mesas radiológicas convencionais, voltado a serviços sem mesa motorizada. O dispositivo foi concebido para atender a requisitos técnicos essenciais: radiotransparência, travamento angular, apoios laterais e compatibilidade com mesas padrão, tendo o técnico em radiologia como usuário central. O desenvolvimento do projeto observa ainda as diretrizes normativas estabelecidas pela Portaria MS n 453/1998 e pela NR-32 (Portaria n 485/2005).

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METODOLOGIA

O presente trabalho caracteriza-se como uma pesquisa de natureza qualitativa, de caráter aplicado e cunho exploratório-experimental, voltada ao desenvolvimento de um projeto técnico sem envolvimento direto de pacientes ou intervenções clínicas.

A coleta de dados ocorreu por três vias complementares. A primeira consistiu na observação direta em serviço de radiologia, realizada ao longo de duas semanas em um serviço de radiologia de médio porte, totalizando aproximadamente 40 horas de acompanhamento da rotina de técnicos em radiologia. A observação foi de caráter livre e exploratório, sem roteiro estruturado, com foco na identificação das limitações operacionais das mesas convencionais fixas durante a realização de exames de rotina. Ressalta-se, contudo, que não foi possível acompanhar diretamente a realização de exames contrastados durante o período de observação, o que reforçou a necessidade de embasar as análises sobre esses procedimentos exclusivamente na literatura técnica especializada, conforme preconizado por Bontrager (2015), Long et al. (2016), Amaral e Mello (2021) e Paula (2020). Ainda assim, a observação mostrou-se essencial para compreender a rotina do técnico em radiologia, profissional que, conforme destacam Bontrager (2015) e Long et al. (2016), desempenha papel determinante na qualidade do posicionamento do paciente e, consequentemente, na qualidade diagnóstica das imagens obtidas. A segunda via envolveu medições físicas de mesas radiológicas reais, possibilitando o levantamento das dimensões padrão em uso nos serviços e a definição dos parâmetros de compatibilidade do acessório projetado. Essa etapa mostrou-se indispensável, considerando que a diversidade de modelos de mesas em operação nas unidades brasileiras exige que qualquer solução acessória seja adaptável às configurações existentes, tal como observado por Paula (2020) na obra Tópicos de Qualidade e Posicionamento Radiológicos: Guia Prático. A terceira via consistiu em consulta exploratória aos sites de clínicas de imagem do município de Uberaba, Minas Gerais, com o objetivo de identificar os equipamentos mais comumente utilizados e as demandas técnicas da prática profissional cotidiana. Foram consultados os portais de serviços como a Clínica LBM, fundada em 1951 e referência em diagnóstico por imagem no interior de Minas Gerais, a Ultraimagem, a Promed Diagnósticos, vinculada ao Grupo Unimed Uberaba, o Hospital Escola da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e a Clínica Radiológica Dr. Lauro Baptista Machado, entre outros serviços identificados na região. Essa consulta permitiu constatar a predominância de mesas convencionais fixas nos serviços de menor porte e confirmou a pertinência do problema investigado.

A revisão bibliográfica fundamentou as escolhas de projeto nas diretrizes técnicas e normativas vigentes. As obras de Bontrager (2015) e Long et al. (2016) orientaram a compreensão dos requisitos de posicionamento para os exames contrastados, fornecendo as bases para a definição da faixa angular de 15 a 45. O Manual de Exames Contrastados da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), elaborado por Amaral e Mello (2021), e a obra Tópicos de Qualidade e Posicionamento Radiológicos: Guia Prático, de Paula (2020), subsidiaram a identificação dos protocolos específicos de cada procedimento e das necessidades de inclinação a eles associadas. As normativas Portaria do Ministério da Saúde (MS) n 453/1998 e a Norma Regulamentadora n 32 (NR-32), instituída pela Portaria n 485/2005, balizaram os aspectos de proteção radiológica e segurança no trabalho, estabelecendo os parâmetros dentro dos quais o dispositivo deve operar. Os estudos sobre riscos ocupacionais em radiologia (RADIOLOGIA BRASILEIRA, 2005; SABER HUMANO, 2022) complementaram essa base normativa, reforçando a relevância ergonômica do acessório projetado para a preservação da saúde do técnico em radiologia no ambiente de trabalho.

O produto resultante consiste exclusivamente em um projeto técnico, composto por especificações, requisitos funcionais e representação esquemática tridimensional elaborada em SolidWorks, não tendo sido construído protótipo físico no escopo deste estudo. Todo o desenvolvimento foi conduzido em um período inferior a três meses, de forma sistemática e progressiva, desde o levantamento das necessidades técnicas até a consolidação das especificações finais do dispositivo.

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RESULTADOS

Os resultados obtidos no presente trabalho estão organizados em quatro itens, apresentados de forma progressiva: da identificação das necessidades clínicas que motivaram o projeto até a definição dos requisitos de segurança do dispositivo.

A identificação dos exames contrastados que exigem inclinação da mesa e de seus respectivos ângulos revelou uma demanda técnica concreta e recorrente nos serviços de imagem. O Enema Opaco requer inclinações cefálicas e caudais variáveis para a opacificação completa dos segmentos do cólon, com ângulos que podem atingir até 45. A Urografia Excretora demanda inclinações caudais para favorecer o enchimento das estruturas do sistema urinário pelo meio de contraste. O Trânsito Esofagogastroduodenal (TEGD) e o Esofagograma necessitam de inclinações para otimizar a progressão do contraste ao longo do trato digestivo superior. A Histerossalpingografia (HSG) e a Uretrocistografia Miccional requerem angulações para a adequada visualização das estruturas pélvicas, enquanto a Fistulografia utiliza a inclinação para direcionar o contraste ao trajeto fistuloso de interesse. Em todos os casos, a faixa angular identificada como necessária situou-se entre 15 e 45, nos sentidos cefálico e caudal, dado que fundamentou diretamente a concepção do acessório projetado.

Com base nas necessidades identificadas, foram definidas as especificações técnicas do acessório de inclinação. O dispositivo foi projetado para ser confeccionado em madeira, material que atende ao requisito de radiotransparência por não apresentar absorção significativa de radiação ionizante, não interferindo na formação da imagem radiológica. A madeira oferece ainda vantagens práticas relevantes, como baixo custo, disponibilidade, facilidade de usinagem e resistência estrutural adequada para suportar o peso do paciente durante os procedimentos. O mecanismo de inclinação foi projetado com base em um redutor mecânico, sistema composto por elementos de transmissão que convertem o movimento de entrada em uma saída com menor velocidade e maior torque, permitindo ao técnico em radiologia ajustar o ângulo de inclinação de forma precisa dentro da faixa de 15 a 45, com travamento seguro em cada posição desejada, sem a necessidade de motorização elétrica. O dispositivo foi dimensionado de modo a ser compatível com as mesas radiológicas convencionais de uso mais frequente nos serviços, com estrutura de acoplamento externo que dispensa modificações permanentes na mesa.

A representação tridimensional do acessório projetado é apresentada nas Figuras 1, 2 e 3, elaboradas em SolidWorks, software de modelagem tridimensional paramétrica. A Figura 1 apresenta uma vista em perspectiva isométrica do dispositivo acoplado à estrutura da mesa radiológica, com a superfície de apoio ao paciente em posição inclinada, evidenciando a configuração geral do acessório em situação de uso junto ao equipamento de raios X. É possível observar a plataforma superior confeccionada em madeira, a estrutura metálica de suporte com rodízios para mobilidade e o redutor mecânico posicionado no ponto de articulação da inclinação. A Figura 2 apresenta a vista lateral do acessório com a superfície inclinada, permitindo a visualização mais detalhada do mecanismo redutor e da angulação da plataforma em relação à base, bem como o posicionamento do tubo de raios X sobre o paciente. A Figura 3 ilustra o dispositivo com a superfície em posição horizontal, correspondente à configuração de repouso ou de início do procedimento, demonstrando a versatilidade do acessório para atender tanto às etapas que exigem inclinação quanto àquelas realizadas com o paciente em decúbito plano.

O levantamento realizado nos serviços de radiologia evidenciou a predominância de mesas convencionais fixas, sem mecanismo motorizado de inclinação. As unidades observadas operavam com modelos de diferentes fabricantes, o que resultou em variação nas dimensões das superfícies de trabalho. Essa diversidade dimensional foi considerada no projeto do acessório por meio da incorporação de sistema de ajuste que permite a adaptação do dispositivo a diferentes larguras e comprimentos de mesa, ampliando sua aplicabilidade. A ausência de mecanismo de inclinação nas mesas levantadas confirmou a lacuna técnica que motivou o desenvolvimento do projeto e reforçou a relevância do acessório como solução acessível para serviços que não dispõem de equipamentos motorizados.

Os requisitos de segurança incorporados ao projeto foram definidos a partir das diretrizes estabelecidas pela Portaria do Ministério da Saúde (MS) n 453/1998 e pela Norma Regulamentadora n 32 (NR-32), instituída pela Portaria n 485/2005. O dispositivo foi concebido com apoios laterais para contenção e estabilidade do paciente durante a inclinação, mecanismo de travamento angular para fixação segura do ângulo escolhido e superfície de contato revestida de modo a evitar deslocamentos involuntários. A radiotransparência do material escolhido garante que o acessório não gere artefatos nem comprometa a qualidade diagnóstica das imagens. Em conjunto, esses requisitos asseguram que o dispositivo possa ser utilizado com segurança para o paciente, para o técnico em radiologia e para o ambiente de trabalho, em conformidade com a legislação vigente.

 

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DISCUSSAO

Os resultados obtidos no presente trabalho permitem uma análise articulada entre as necessidades técnicas identificadas na prática radiológica e as soluções de projeto propostas para o acessório de inclinação, à luz do referencial teórico adotado.

A identificação dos exames contrastados que exigem inclinação da mesa e de seus respectivos ângulos revelou uma demanda técnica concreta e recorrente nos serviços de imagem. Bontrager (2015) e Long et al. (2016) são categóricos ao afirmar que procedimentos como o Enema Opaco, a Urografia Excretora e a Histerossalpingografia (HSG) requerem variações angulares nos sentidos cefálico e caudal para a adequada distribuição do meio de contraste e a obtenção de incidências diagnósticas satisfatórias. O Trânsito Esofagogastroduodenal (TEGD), o Esofagograma, a Uretrocistografia Miccional e a Fistulografia igualmente demandam essa capacidade de angulação em etapas específicas de sua execução, conforme descrito nos protocolos de Amaral e Mello (2021) e Paula (2020). A faixa angular de 15 a 45 identificada nos resultados está, portanto, diretamente fundamentada nesses protocolos e reflete com precisão a amplitude de angulação exigida pela totalidade dos exames contemplados, validando a abrangência do acessório projetado.

No que diz respeito às especificações técnicas, a escolha da madeira como material construtivo do acessório mostrou-se tecnicamente coerente com os requisitos do ambiente radiológico. A radiotransparência da madeira, decorrente de sua baixa densidade e composição orgânica, assegura que o dispositivo não interfira na formação da imagem radiológica nem gere artefatos que comprometam a qualidade diagnóstica, aspecto amplamente valorizado por Bontrager (2015) ao tratar dos critérios de seleção de acessórios de posicionamento. Além disso, suas características de baixo custo, disponibilidade e facilidade de usinagem tornam o dispositivo uma solução acessível para serviços de diferentes portes, em consonância com o perfil das unidades identificadas no levantamento realizado. A adoção do redutor mecânico como mecanismo de inclinação representa uma escolha técnica que compatibiliza precisão angular e segurança operacional sem recorrer à motorização elétrica. Esse princípio mecânico, ao converter o movimento de entrada em uma saída com menor velocidade e maior torque, permite ao técnico em radiologia controlar a inclinação com reduzido esforço físico, alinhando-se à perspectiva ergonômica defendida pelos estudos sobre riscos ocupacionais em radiologia (RADIOLOGIA BRASILEIRA, 2005; SABER HUMANO, 2022), que apontam o esforço físico excessivo como um dos principais fatores de risco à saúde do trabalhador.

O levantamento das mesas radiológicas existentes nos serviços confirmou a predominância de equipamentos convencionais fixos, sem mecanismo motorizado de inclinação, especialmente em unidades de menor porte. Esse cenário, já apontado por Paula (2020) como uma realidade frequente na rede de serviços de imagem brasileira, reforça a pertinência do projeto desenvolvido e justifica a opção por um acessório de acoplamento externo como solução de ampla aplicabilidade. A variação nas dimensões das mesas identificadas durante o levantamento constituiu uma das principais dificuldades do projeto, uma vez que não há padronização universal entre os diferentes fabricantes. Essa limitação foi endereçada por meio da incorporação de sistema de ajuste nas especificações do acessório, em consonância com a orientação de Long et al. (2016) de que dispositivos de apoio ao posicionamento devem ser versáteis o suficiente para atender às variações estruturais dos diferentes ambientes de trabalho em radiologia.

Os requisitos de segurança e proteção radiológica incorporados ao projeto dialogam diretamente com as diretrizes normativas vigentes. A presença de apoios laterais, o mecanismo de travamento angular proporcionado pelo redutor mecânico, a superfície de contato antiderrapante e a compatibilidade com as dimensões padrão das mesas foram concebidos de modo a garantir a estabilidade do paciente durante a inclinação, minimizando riscos de queda ou deslocamento involuntário. Essa preocupação encontra respaldo tanto na Portaria do Ministério da Saúde (MS) n 453/1998 e na Norma Regulamentadora n 32 (NR-32), instituída pela Portaria n 485/2005, quanto nas boas práticas de posicionamento descritas por Bontrager (2015) e Long et al. (2016). Amaral e Mello (2021) reforçam esse ponto ao destacar que a segurança do paciente durante exames contrastados é responsabilidade direta do técnico em radiologia, o que torna imprescindível que os dispositivos utilizados ofereçam condições estruturais adequadas para sua proteção.

Por fim, reconhece-se como limitação central do presente estudo a ausência de um protótipo físico para validação das especificações propostas. Embora o projeto técnico desenvolvido esteja fundamentado em referencial teórico consolidado e em dados coletados diretamente nos serviços, a construção e o teste do dispositivo em condições reais de uso constituem etapas indispensáveis para a validação definitiva do acessório, sendo recomendadas como desdobramento natural deste trabalho em estudos futuros.

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CONCLUSAO

O presente trabalho teve como objetivo desenvolver o projeto de um acessório de inclinação radiotransparente para mesas radiológicas convencionais, voltado à realização de exames contrastados em serviços que não dispõem de mesa motorizada. O projeto demonstrou ser tecnicamente viável, atendendo à demanda de inclinação entre 15 e 45 por meio de estrutura em madeira com redutor mecânico, garantindo radiotransparência, precisão angular e segurança ao paciente, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pela Portaria MS n 453/1998 e pela NR-32. O acessório representa uma solução de baixo custo e ampla aplicabilidade para serviços de menor porte, contribuindo para a qualidade técnica dos procedimentos e para a redução do esforço físico do técnico em radiologia. Recomenda-se, como etapa futura, a construção de um protótipo físico para validação em ambiente clínico real.

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REFERENCIAS

. AMARAL, Tiago Rodrigues do; MELLO, Renato Antônio de. Manual de exames contrastados. Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, 2021.

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